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Este documento é uma versão traduzida autorizada e não-oficial do documento Community Guide: Shrinking Spaces and Silencing Voices produzido pela Global Network of Sex Work Projects (NSWP). A tradução é de responsabilidade da Agência Piaget para o Desenvolvimento no âmbito do projeto POWER - Promote Sex Workers’ Rights, a qual assume a responsabilidade pelo conteúdo aqui produzido. 

Você pode baixar este Guia da comunidade acima.

Legislation around sex work can be extremely complex; different legal models exist in different countries and sometimes even within countries. NSWP published a mapping of national legislation used to regulate and criminalise sex work in 208 countries and dependencies, with sub-national legislation included for some countries.

To mark International Sex Workers' Day on 2nd June, SWAN published a new briefing paper on Sex Work Legal Frameworks in Central-Eastern Europe and Central Asia (CEECA).

This document is a practical tool for organisations to self-assess whether they meaningfully involve sex workers, and for sex worker-led organisations to assess whether they are meaningfully involved. 

This NSWP Briefing Note provides information about the United States’ recent legislation - The Stop Enabling Sex Traffickers Act (SESTA) and Allow States and Victims to Fight Online Sex Trafficking Act (FOSTA) -that criminalise online platforms used by sex workers for advertising and information sharing, including for safety purposes. The resource provides details on FOSTA/SESTA and the 'End Banking for Human Traffickers Act', which aims to ‘prevent financial transactions involving the proceeds of severe forms of trafficking'. 

A growing number of countries are considering or implementing sex work law reform focusing on ‘ending demand’, which criminalises the purchase of sexual services. This Policy Brief outlines the impact of ‘end demand’ legislation on the human rights of female sex workers, through research and testimony from NSWP members in countries where paying for sex is criminalised. This document explores how these laws not only fail to promote gender equality for women who sell sex, but actively prevent the realisation of their human rights.

This resource is a Community Guide to the Sex Work and Gender Equality policy brief. It highlights the linkages between sex workers’ rights and gender equality. It argues the women’s movement must meaningfully include sex workers as partners. It advocates for a feminism that recognises sex workers’ rights as human rights and highlights shared areas of work under an international human rights framework.

This policy brief highlights the linkages between sex workers’ rights and gender equality. It argues the women’s movement must meaningfully include sex workers as partners. It advocates for a feminism that recognises sex workers’ rights as human rights and highlights shared areas of work under an international human rights framework. Ultimately, there can be no gender equality if sex workers’ human rights are not fully recognised and protected. A community guide is also available.

This resource is a Community Guide to the The Decriminalisation of Third Parties policy brief. It focuses on the human rights violations that occur when third parties are criminalised, and why NSWP and its members advocate for the decriminalisation of third parties.

This global policy brief summarises the research on the decriminalisation of third parties. It sets out in detail why NSWP and its members call for the decriminalisation of third parties.  It explores some of the key harms that are caused to sex workers as a result of the criminalisation of third parties. The paper concludes by reviewing available evidence, showing that the decriminalisation of third parties protects sex workers rights, enabling them to challenge abusive and exploitative working conditions and exert greater control over their working environment. A community guide is available here.

The Consensus Statement details eight fundamental rights that sex worker-led groups from around the world identify as crucial targets for their activism and advocacy. Following a global consultation with members, the NSWP Consensus Statement reaffirms NSWP ’s global advocacy platform for sex work, human rights and the law. A 12 page summary of the Consensus Statement is also available.

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This is a leaflet on safety at work made for sex workers by sex workers and organisations from five EU countries. The leaflet is available in Bulgarian, English, French, Polish, Portuguese and Spanish. The leaflet targets sex workers working in hotels, apartments, brothels, clubs, bars, massage parlours, saunas, sex shops, and other indoor venues. The leaflet is the result of our local experiences. It presents advice and tips related to safety at work, and information on sex work legislation in Bulgaria, France, Germany, Italy and Portugal.

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Este trabalho é um relato da experiência vivenciada, juntamente às mulheres trabalhadoras do sexo de duas casas noturnas de São Carlos, durante a realização de uma atividade de extensão. Nessa atividade de extensão procurei discutir questões ligadas aos direitos humanos, aos direitos da mulher e questões de gênero. No primeiro item desse relatório Repensando o papel feminino, apresento o referencial teórico que utilizei para estudar a temática dos direitos humanos e das relações de gênero e para dar sustentação ao planejamento das atividades realizadas durante os encontros.

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Em 1998, no Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de São Carlos, um projeto com o título genérico de “Prevenção e Saúde” retomava um trabalho realizado em 1991 junto à profissionais do sexo de uma casa noturna de São Carlos. Comemoramos, neste ano de 2003, 5 anos de atividades. Como coordenadora do projeto e do grupo, retomo aqui, de forma bastante resumida, a história desse grupo, os resultados alcançados e os desafios que a ele se colocam.

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As mulheres profissionais do sexo (mps), usualmente denominadas como prostitutas, têm ocupado um lugar marginal e de destaque ao longo da história da humanidade (Roberts, 1998). Na história da prostituição, o que se vê é um ininterrupto esforço, bem sucedido, de controle e ao mesmo tempo exploração da prostituição, ora por parte do Estado, ora por parte da Igreja, ou ambos (Roberts, 1998). Ao colocá-las à margem e, sempre que possível, segregar as mps através de confinamento em casas, a intenção expressa pelos que assim agiam, era de colaborar para a proteção da família. Até recentemente, a maior parte dos programas de intervenção em saúde tratou as profissionais do sexo como potenciais vetores de doenças, especialmente da Aids, com ameaça à saúde dos homens e à segurança da família (MUSA, 2000). Este enfoque foi se deslocando e, atualmente, pelo menos em alguns programas, ele se volta para os riscos à que estão expostas essas mulheres, entre outros, os ocasionados por aqueles clientes que recusam o uso da camisinha, muitas vezes por meio de atitudes violentas.

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