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2020 is the 25 year anniversary of the Beijing Declaration and Platform for Action (BPfA). This Briefing Note outlines the Beijing+25 review process, how sex workers have engaged in this process thus far, and the priorities for inclusion in Beijing+25 actions.

True progress towards gender equality, gender justice and fulfilment of women’s human rights must be inclusive of women in all their diversity, including sex workers. Sex workers face intersecting forms of criminalisation, discrimination and marginalisation, which cannot be addressed in isolation. 

This Briefing Note outlines Universal Health Coverage (UHC) and the challenges it presents for sex workers and other criminalised populations. 

Theme: Health

This document is a practical tool for organisations to self-assess whether they meaningfully involve sex workers, and for sex worker-led organisations to assess whether they are meaningfully involved. 

This NSWP briefing note provides information about the United States’ reinstatement and expansion of the Global Gag Rule, a policy that bans awarding certain forms of US global health funds to Non-US organisations that perform, actively give information about, or promote the legalisation of abortion.

Theme: Health

Em 1998, no Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de São Carlos, um projeto com o título genérico de “Prevenção e Saúde” retomava um trabalho realizado em 1991 junto à profissionais do sexo de uma casa noturna de São Carlos. Comemoramos, neste ano de 2003, 5 anos de atividades. Como coordenadora do projeto e do grupo, retomo aqui, de forma bastante resumida, a história desse grupo, os resultados alcançados e os desafios que a ele se colocam.

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As mulheres profissionais do sexo (mps), usualmente denominadas como prostitutas, têm ocupado um lugar marginal e de destaque ao longo da história da humanidade (Roberts, 1998). Na história da prostituição, o que se vê é um ininterrupto esforço, bem sucedido, de controle e ao mesmo tempo exploração da prostituição, ora por parte do Estado, ora por parte da Igreja, ou ambos (Roberts, 1998). Ao colocá-las à margem e, sempre que possível, segregar as mps através de confinamento em casas, a intenção expressa pelos que assim agiam, era de colaborar para a proteção da família. Até recentemente, a maior parte dos programas de intervenção em saúde tratou as profissionais do sexo como potenciais vetores de doenças, especialmente da Aids, com ameaça à saúde dos homens e à segurança da família (MUSA, 2000). Este enfoque foi se deslocando e, atualmente, pelo menos em alguns programas, ele se volta para os riscos à que estão expostas essas mulheres, entre outros, os ocasionados por aqueles clientes que recusam o uso da camisinha, muitas vezes por meio de atitudes violentas.

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