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AIDS 2022, the 24th International AIDS Conference, is taking place in 2022 both in-person and virtually. With this year’s conference being held in Montreal, NSWP member organisation Stella, l’amie de Maimie have produced a special issue of ConStellation—Stella’s annual magazine by and for sex workers and our friends now it’s in 27th year—as a way to orient sex workers and allies to all sex work content at the AIDS conference.

Sisonke South Africa submitted this shadow report in 2020 to the CEDAW committee as a complement to the fifth periodic report submitted by the South African government in October 2019.

Contents include:

NSWP member organisation the English Collective of Prostitutes and Dr Laura Connelly from the University of Salford have published new research that looks at EU Migrant Sex Work in the UK Post-Referendum.  

The research, conducted in 2019, shows that violence, xenophobia and threats of deportation against migrant sex workers from the European Union have risen since the EU Referendum.

Key findings from the research include:

Este documento é uma versão traduzida autorizada e não-oficial do documento Community Guide: Shrinking Spaces and Silencing Voices produzido pela Global Network of Sex Work Projects (NSWP). A tradução é de responsabilidade da Agência Piaget para o Desenvolvimento no âmbito do projeto POWER - Promote Sex Workers’ Rights, a qual assume a responsabilidade pelo conteúdo aqui produzido. 

Você pode baixar este Guia da comunidade acima.

O Guia Inteligente para profissionais do sexo: Políticas internacionais de afirmação dos direitos relacionados ao trabalho sexual é uma versão para a língua portuguesa do documento Smart Guide: Rights-Affirming International Policies Relating to Sex Work produzido pela NSWP.

STOPAIDS has published a new position paper supporting the decriminalisation of sex work, designed to support STOPAIDS members to advocate for decriminalisation within their own advocacy and programmes, and support the global sex worker rights movement.

Empower Foundation has released a new resource library on their website, comprising books, reports, letters and films on a variety of topics linked to sex workers' rights in Thailand. You can access the full set of resources here (most available in English and Thai). 

PION, Norway, with support from NSWP, submitted this shadow report to the 68th CEDAW Session, which took place October-November 2017. The report is based on in-depth interviews, conducted over a two-month period, with sex workers and social service providers. It documents how local administrative laws and the criminalisation of clients and third parties increase stigma and discrimination, impede access to justice and health services, and result in arbitrary deportations and evictions.

Download this resource: PION Norway CEDAW Shadow Report

This is a leaflet on safety at work made for sex workers by sex workers and organisations from five EU countries. The leaflet is available in Bulgarian, English, French, Polish, Portuguese and Spanish. The leaflet targets sex workers working in hotels, apartments, brothels, clubs, bars, massage parlours, saunas, sex shops, and other indoor venues. The leaflet is the result of our local experiences. It presents advice and tips related to safety at work, and information on sex work legislation in Bulgaria, France, Germany, Italy and Portugal.

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This is a leaflet on safety at work made for sex workers by sex workers and organisations from five EU countries. The leaflet is available in Bulgarian, English, French, Polish, Portuguese and Spanish. The leaflet targets sex workers working in hotels, apartments, brothels, clubs, bars, massage parlours, saunas, sex shops, and other indoor venues. The leaflet is the result of our local experiences. It presents advice and tips related to safety at work, and information on sex work legislation in Bulgaria, France, Germany, Italy and Portugal.

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This is a leaflet on safety at work made for sex workers by sex workers and organisations from five EU countries. The leaflet is available in Bulgarian, English, French, Polish, Portuguese and Spanish. The leaflet targets sex workers working in hotels, apartments, brothels, clubs, bars, massage parlours, saunas, sex shops, and other indoor venues. The leaflet is the result of our local experiences. It presents advice and tips related to safety at work, and information on sex work legislation in Bulgaria, France, Germany, Italy and Portugal.

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Este trabalho é um relato da experiência vivenciada, juntamente às mulheres trabalhadoras do sexo de duas casas noturnas de São Carlos, durante a realização de uma atividade de extensão. Nessa atividade de extensão procurei discutir questões ligadas aos direitos humanos, aos direitos da mulher e questões de gênero. No primeiro item desse relatório Repensando o papel feminino, apresento o referencial teórico que utilizei para estudar a temática dos direitos humanos e das relações de gênero e para dar sustentação ao planejamento das atividades realizadas durante os encontros.

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Em 1998, no Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de São Carlos, um projeto com o título genérico de “Prevenção e Saúde” retomava um trabalho realizado em 1991 junto à profissionais do sexo de uma casa noturna de São Carlos. Comemoramos, neste ano de 2003, 5 anos de atividades. Como coordenadora do projeto e do grupo, retomo aqui, de forma bastante resumida, a história desse grupo, os resultados alcançados e os desafios que a ele se colocam.

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As mulheres profissionais do sexo (mps), usualmente denominadas como prostitutas, têm ocupado um lugar marginal e de destaque ao longo da história da humanidade (Roberts, 1998). Na história da prostituição, o que se vê é um ininterrupto esforço, bem sucedido, de controle e ao mesmo tempo exploração da prostituição, ora por parte do Estado, ora por parte da Igreja, ou ambos (Roberts, 1998). Ao colocá-las à margem e, sempre que possível, segregar as mps através de confinamento em casas, a intenção expressa pelos que assim agiam, era de colaborar para a proteção da família. Até recentemente, a maior parte dos programas de intervenção em saúde tratou as profissionais do sexo como potenciais vetores de doenças, especialmente da Aids, com ameaça à saúde dos homens e à segurança da família (MUSA, 2000). Este enfoque foi se deslocando e, atualmente, pelo menos em alguns programas, ele se volta para os riscos à que estão expostas essas mulheres, entre outros, os ocasionados por aqueles clientes que recusam o uso da camisinha, muitas vezes por meio de atitudes violentas.

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You can downlaod this 3 page resource above. This resource is in Portuguese.

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