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تشير ’الحماية الاجتماعية‘ إلى الإجراءات المُصَمَّمَة لأجل منع ومعالجة الحالات التي تؤثر سلبا على سلامة الناس، بالإضافة إلى الإجراءات التي تقلل من الضعف وتُسَهِّل الاستقرار الاجتماعي والاقتصادي. كثيرًا ما يتم النظر إلى العاملين/ات بالجنس على أنهم/ن يحتاجون/ن إلى الحماية بسبب الاعتقاد الخاطئ السائد بأن العاملين/ات بالجنس ’ضحايا‘ الاتجار والاستغلال.

Produced by NSWP and International Women’s Right Actions Watch Asia Pacific, this series of infographics, compiled in PDF format, aims to raise public awareness about the deeply negative impact of ‘End Demand’ laws on the human rights of sex workers, and to encourage collective action to demand State accountability for violations of sex workers’ rights.

This resource is available in English.

Este documento é uma versão traduzida autorizada e não-oficial do documento Community Guide: Shrinking Spaces and Silencing Voices produzido pela Global Network of Sex Work Projects (NSWP). A tradução é de responsabilidade da Agência Piaget para o Desenvolvimento no âmbito do projeto POWER - Promote Sex Workers’ Rights, a qual assume a responsabilidade pelo conteúdo aqui produzido. 

Você pode baixar este Guia da comunidade acima.

STOPAIDS has published a new position paper supporting the decriminalisation of sex work, designed to support STOPAIDS members to advocate for decriminalisation within their own advocacy and programmes, and support the global sex worker rights movement.

As mulheres profissionais do sexo (mps), usualmente denominadas como prostitutas, têm ocupado um lugar marginal e de destaque ao longo da história da humanidade (Roberts, 1998). Na história da prostituição, o que se vê é um ininterrupto esforço, bem sucedido, de controle e ao mesmo tempo exploração da prostituição, ora por parte do Estado, ora por parte da Igreja, ou ambos (Roberts, 1998). Ao colocá-las à margem e, sempre que possível, segregar as mps através de confinamento em casas, a intenção expressa pelos que assim agiam, era de colaborar para a proteção da família. Até recentemente, a maior parte dos programas de intervenção em saúde tratou as profissionais do sexo como potenciais vetores de doenças, especialmente da Aids, com ameaça à saúde dos homens e à segurança da família (MUSA, 2000). Este enfoque foi se deslocando e, atualmente, pelo menos em alguns programas, ele se volta para os riscos à que estão expostas essas mulheres, entre outros, os ocasionados por aqueles clientes que recusam o uso da camisinha, muitas vezes por meio de atitudes violentas.

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